Na lousa
O silêncio não repara na minha dor.
Ele pára e pousa na lousa:
Acalma o irrepáravel,
Aceita o irreversível.
Ele pára e pousa na lousa:
Acalma o irrepáravel,
Aceita o irreversível.
Outono, 7 da manhã, fruto de insônia, de algumas verdades e outras tantas dúvidas. Barulho de um liquidificador vizinho pontual, que nunca desejei tanto que funcionasse a gás. Nenhuma grande pretensão senão silêncio ao amanhecer.
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